[Resenha] A Lei – Por que a esquerda não funciona? – Frédéric Bastiat @FaroEditorial

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A Lei – Por que a esquerda não funciona?

Autor: Frédéric Bastiat

Editora: Faro Editorial

Lançamento: 2016

1ª edição

Páginas: 134

 

Este livro traz uma reflexão prática sobre ideias de filósofos e outros pensadores acerca da politica e da vida em sociedade, dentre eles John Locke e Adam Smith, e trata de temas como liberdade, direitos à propriedade, espoliação, igualdade, livre iniciativa, impostos, democracia, sufrágio universal, autoritarismo e tantos outros que, passados quase dois séculos, ainda provocam debates acalorados. Nesta edição estão incluídos comentários e análises que relacionam o tema à legislação e à história política do Brasil contemporâneo.

Resenha

O Livro “A Lei – Por que a esquerda não funciona?” é uma crítica a governos com máquinas inchadas e com falta de eficiência. O trabalho propõe o que realmente deveria ser a lei: que ao invés de proteger à legítima defesa de todos os cidadãos mediante os direitos à vida, à liberdade e à propriedade, se tornou uma maquiagem para interesses privados, próprios e de determinadas organizações.

A obra foi escrita pelo francês Claude Frédéric Bastiat (1801 – 1850), com foco no sistema político da França em seu período de vida. O País vive atualmente uma crise por conta de reformas trabalhistas a serem em breve implantadas. O manifesto do autor é um ataque contra governos que tentam cuidar demais da execução e da regulação da vida da sociedade.

Em tese, Bastiat afirma que o governo se intromete em tudo e em qualquer ação individual, de forma a comprometer resultados e a minimizar a força do cidadão. Diante desta falta de defesa legítima ao direito individual, o autor ressalta que organizações se tornam interessadas em assumir o poder e manipular a lei não para um bem social, mas movido por motivações próprias ou de determinadas categorias.

O livro da editora Faro traz comentários relacionados às leis brasileiras e ao atual momento político. Com base no pensamento liberal, aos quais Bastiat cita John Locke (1632 – 1704) e Adam Smith (1729 – 1790), que acreditavam que com um Estado menor os interesses de cada cidadão convergiriam para o bem coletivo, o francês faz uma separação dos conceitos entre lei e justiça, uma vez que a lei se torna um mecanismo o qual muitas vezes legitima o que é errado apenas para dar a aparência de “correto”.

Bastiat comenta também porque o movimento liberal é criticado por movimentos de esquerda e discute ainda questões como espoliação, igualdade, livre iniciativa, impostos democracia, sufrágio universal, autoritarismo e outros temas de debates acalorados.

Por Eurico Cruz

Para maiores informações acesse ⇒ Faro Editorial

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