[Lançamentos] Outubro/2016 @PlanetaLivrosBR

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AMOR VERDADEIRO
JUDE DEVERAUX

Da dama do romance, uma história de amor que vai além da vida!

Ambientado numa ilha paradisíaca e um dos romances mais cultuados de Jude Deveraux, best-seller americana que já vendeu mais de 60 milhões de exemplares pelo mundo, o livro conta a história de Alix Madsen. Quando ela está terminando a faculdade de arquitetura, Addy Kingsley, amiga de seus pais, morre. No testamento, a mulher estipula que a jovem tem direito a viver por um ano em sua encantadora casa do século XIX na ilha de Nantucket (Massachusetts), EUA. O relacionamento de tia Addy com a família Madsen é um mistério para Alix, mas ela aceita a oferta e, ao chegar na propriedade dos Kingsley, percebe que não é má ideia passar uma temporada ali. Além de o lugar ser um sonho para qualquer arquiteto, ela conviverá com o charmoso Jared Montgomery Kingsley, dono de um dos mais importantes escritórios de arquitetura do país e sobrinho-neto de Addy, portanto, herdeiro natural da casa. O que Alix não imaginava era que tia Addy tinha um propósito muito específico para ela quando a colocou naquele lugar: solucionar o desaparecimento de Valentina, uma das mulheres da família Kingsley, ocorrido cerca de dois séculos antes. Em meio ao verão na ilha, Alix e Jared serão obrigados a conviver, o que pode ser a chave para desvendar o tal mistério dos Kingsley.

∴  Jude Deveraux é a dama do romance nos EUA.
∴ Suas saborosas histórias com final feliz já foram traduzidas para mais de 18 países
e venderam mais de 60 milhões de exemplares no mundo inteiro.
∴ Este romance faz parte da coleção As Noivas de Nantucket e tem temática espírita.

SOBRE A AUTORA

Jude Deveraux nasceu em Fairdale, Kentucky, Estados Unidos, em 1947. Considerada uma das damas do romance americano, ela já escreveu mais de 60 livros com finais felizes, dos quais mais de 30 figuraram na lista dos mais vendidos do prestigiado jornal The New York Times. Depois de viver em vários estados americanos, na Inglaterra e no Egito, Jude se aquietou em Charlotte, Carolina do Norte (EUA), onde vive atualmente. A escritora também mantém uma casa de veraneio em Badolato, cidade medieval da Itália.

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O IMPÉRIO DO OPRIMIDO
GUILHERME FIUZA

Primeira ficção inédita do autor best-seller de Meu nome não é Johnny.

O primeiro governo popular assume prometendo libertar o país da opressão dos ricos. Filha de um dos homens mais ricos do país, a jovem Luana Maxwell rompe com a família aristocrática no dia da eleição.
Sufocada, aos 25 anos, ela sai de casa só com a roupa do corpo, afrontando duplamente o pai magnata: abre mão da herança da sua rede de hotéis e vai procurar a “vida real” ao lado dos adversários políticos dele.
Sua ponte para o universo progressista é o advogado Beto Leal, seu professor de mestrado, por quem ela está fascinada. Beto acaba de criar uma ONG e Luana começa a trabalhar com ele no momento em que a organização conquista um contrato com o governo – graças ao publicitário Marivaldo Valadares, operador invisível do partido do novo presidente. Vendo o dinheiro cada vez mais abundante nas mãos dos defensores dos pobres, Luana Maxwell vai descobrindo seu novo mundo como uma Alice no país das maravilhas progressistas: o amor, a verdade e a solidariedade num balé alucinante com as verbas, os votos e o poder.
Neste romance sobre a vida política no século 21, o jornalista Guilherme Fiuza levanta o véu das ideologias para exibir os personagens trágicos e cômicos que circulam no mercado da bondade.

∴  Primeira ficção do autor de Meu nome não é Johnny (reportagem que teve mais de
50 mil exemplares vendidos e virou filme blockbuster) e de outros best-sellers como
Bussunda e 3.000 dias no bunker, que também será adaptado ao cinema.
∴ A história trata, com humor afiado, de um tema muito atual e ainda não abordado na
ficção, que é a situação política de um país dividido por ideologias.
∴ Antes mesmo de ser publicado, o romance também já teve os direitos comprados para
o cinema.
∴ O autor é colunista do jornal O Globo e da revista Época, ambas com enorme alcance
de leitores, e o termo que usa no título, O império do oprimido, é conhecido entre
quem lê seus textos.

Guilherme Fiuza fala sobre ‘O império do oprimido’ no programa Globonews Literatura, do canal Globonews.
Assista: Literatura: A política brasileira em forma de romance

SOBRE O AUTOR

Guilherme Fiuza é jornalista e escritor. Autor de Meu nome não é Johnny, 3.000 dias no bunker (ambos adaptados para o cinema) e Bussunda – a vida do casseta, entre outros livros, foi também coautor da minissérie O brado retumbante, da Globo, e escreveu a comédia teatral Eu e ela. É colunista político da revista Época e articulista do jornal O Globo.

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